sábado, 1 de dezembro de 2012

WebQuest


DIAS,  R. Webquests no processo de aprendizagem de L2 no meio on-line. In: MENEZES, V.L. (Org.). Interação e aprendizagem em ambiente virtual. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2010. p. 359-394.


Respondendo às perguntas propostas: 

• De que maneira a estrutura de uma WebQuest pode influenciar positiva ou negativamente o desenvolvimento da autonomia de aprendizes de língua? 

A princípio, não vejo como a estrutura da WebQuest pode influenciar negativamente o desenvolvimento da autonomia de aprendizes de língua. Ao contrário, acredito que esses tipos de tarefas colaborativas podem auxiliar os estudantes a desenvolver a autonomia, já que, mesmo tendo um suporte do professor elaborador da tarefa, eles devem resolver a situação por si mesmos através do trabalho em grupo. 

• De que maneira poderíamos utilizar uma WebQuest em salas de aula com limitações tecnológicas? 

Podemos criar as tarefas e levá-las para a sala de aula. Assim, explicamos os processos aos alunos, os critérios de avaliação, tudo de acordo com o WebQuest, e eles elaboram o produto final em cartazes, cartolinas, ou podem até mesmo montar uma peça de teatro ou planejar uma apresentação para outras turmas da escola. Dessa forma, os alunos estariam desenvolvendo também a oralidade. 


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