DIAS, R. Webquests no processo de aprendizagem de L2 no meio
on-line. In: MENEZES, V.L. (Org.). Interação
e aprendizagem em ambiente virtual.
Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2010. p. 359-394.
Respondendo às perguntas propostas:
• De que maneira a estrutura de uma WebQuest pode influenciar positiva ou negativamente o desenvolvimento da autonomia de aprendizes de língua?
A princípio, não vejo como a estrutura da WebQuest pode influenciar negativamente o desenvolvimento da autonomia de aprendizes de língua. Ao contrário, acredito que esses tipos de tarefas colaborativas podem auxiliar os estudantes a desenvolver a autonomia, já que, mesmo tendo um suporte do professor elaborador da tarefa, eles devem resolver a situação por si mesmos através do trabalho em grupo.
• De que maneira poderíamos utilizar uma WebQuest em salas de aula com limitações tecnológicas?
Podemos criar as tarefas e levá-las para a sala de aula. Assim, explicamos os processos aos alunos, os critérios de avaliação, tudo de acordo com o WebQuest, e eles elaboram o produto final em cartazes, cartolinas, ou podem até mesmo montar uma peça de teatro ou planejar uma apresentação para outras turmas da escola. Dessa forma, os alunos estariam desenvolvendo também a oralidade.
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