Pessoal, aí está meu livro digital sobre a WebQuest! ADOREI fazê-lo! Vou com certeza usar em sala de aula!!!
http://www.zooburst.com/zb_books-viewer.php?book=zb04_50b2c3d77a38b
Teacher Thalita
sábado, 1 de dezembro de 2012
WebQuest 2
Este é o WebQuest criado por mim, Alinaira Souza, Eliane Campos e Katia Boroni:
http://teka-webquest.webnode.com/
http://teka-webquest.webnode.com/
WebQuest
DIAS, R. Webquests no processo de aprendizagem de L2 no meio
on-line. In: MENEZES, V.L. (Org.). Interação
e aprendizagem em ambiente virtual.
Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2010. p. 359-394.
Respondendo às perguntas propostas:
• De que maneira a estrutura de uma WebQuest pode influenciar positiva ou negativamente o desenvolvimento da autonomia de aprendizes de língua?
A princípio, não vejo como a estrutura da WebQuest pode influenciar negativamente o desenvolvimento da autonomia de aprendizes de língua. Ao contrário, acredito que esses tipos de tarefas colaborativas podem auxiliar os estudantes a desenvolver a autonomia, já que, mesmo tendo um suporte do professor elaborador da tarefa, eles devem resolver a situação por si mesmos através do trabalho em grupo.
• De que maneira poderíamos utilizar uma WebQuest em salas de aula com limitações tecnológicas?
Podemos criar as tarefas e levá-las para a sala de aula. Assim, explicamos os processos aos alunos, os critérios de avaliação, tudo de acordo com o WebQuest, e eles elaboram o produto final em cartazes, cartolinas, ou podem até mesmo montar uma peça de teatro ou planejar uma apresentação para outras turmas da escola. Dessa forma, os alunos estariam desenvolvendo também a oralidade.
"Future Learning Landscapes: transforming pedagogy through social software", by Catherine McLoughlin and Mark J. W. Lee.
Thalita
Rezende
O
texto "Future Learning Landscapes: transforming pedagogy through social
software" é muito interessante e alerta a nós, professores, para um
ensino-aprendizagem adequado à era digital na qual vivemos. O movimento
"Web 2.0" e a "pedagogia 2.0" propõe um ensino centrado no
aluno, no qual ele possa desenvolver sua autonomia através do compartilhamento
de experiências e ideias com outras pessoas. Para tanto, é preciso que a
abordagem de ensino esteja de acordo com o modelo conectivista, ou seja, que
entende a aprendizagem como um processo de criação de redes de conhecimento personalizado,
onde há a troca de ideias e o amadurecimento da autonomia dos alunos. Concordo
com a proposta do texto, e acho que devemos mesmo ensinar de acordo com a
realidade dos nossos alunos "digitais". Contudo, fico pensando que
essa não é a realidade de todos os alunos jovens e adolescentes. Digo isso
porque não sei se essa pedagogia 2.0 seria eficiente em um ambiente de escola
pública no Brasil, por exemplo. Devemos refletir sobre isso!
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